Sala de Entrevistas

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Sala de Entrevistas

Mensagem por Alaska Dermott Windsor em Qua Fev 11, 2015 10:31 pm

Sala de Entrevistas
Uma grande e confortável sala com uma janela com vistas para os jardins que ocupa quase uma parede inteira. O local tem pouca mobília, apenas alguns quadros, um carpete, cortinas, mesinha de centro e sofás e poltronas. Tudo necessário para receber visitas ou receber a imprensa que queira falar com alguma realeza em especial. O lugar é próprio para isso, tanto para gravações de qualquer anúncio quanto para entrevistas e visitas.
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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por The Wicked Witch em Seg Fev 16, 2015 11:10 pm




Welcome Little Royals!
Welcome To Paradise


Olha... Vendo daqui, meus amados Royals, estão sofrendo. Poxa será que eles não podem sofrer menos não? Humpf. Enfim, continuando. Todos os membros da realeza, exceto Noach, sairam do Salão Real, todos se dirigindo sem exceção para a Ala Hospitalar, onde alguns deitaram se em maca, tentavam se recuperar do choque da explosão e também trocarem de roupas. O que parecia uma pausa para a calma, foi apenas mais uma pequena brecha para o caos. A aeronave de Silverfinger ainda pairava por St. Claire. Jogaram uma espécie de televisão na enfermaria e uma figura masculina envolta por uma capa sorria cruel com uma máscara para os alunos. — Bonsoir, meus queridos nobres! Bem vindos ao inferno! Sabem, poderíamos matar todos vocês daqui, sem ao menos pensar duas vezes, mas seria tão chato... Bom, se fomos nós que jogamos a bomba em vocês? Claro que sim, tem modo melhor de se apresentar? Meu nome? Sou Apolo, sim, como o deus da música e da Arte, o que é uma ironia, mas enfim... Boa sorte e ah! Deixamos uma surpresinha para vocês no Campo de Esporte de vocês, têm 12 horas para impedirem que... Bom, que aconteça o mesmo que ocorreu no salão. — A voz se calou e a tela se silenciou, o silêncio pairou na Ala Hospitalar, quando todos os pacientes já tinham sido tratados. Aurea suspirou e se levantou da maca onde estava. — Temos que investigar isso... Temos também que investigar quem tentou me matar e a origem da Peste Negra... — Ela dizia para si mesma, suspirou fundo e disse num grito, já que o caos, o medo e o pânico tinha voltado a se instalar, após o silêncio. — Calem a boca, bando de macacos inúteis! Temos que descobrir quem tentou me matar, mais sobre essa organização Silverfinger e tentar desarmar essa maldita bomba e temos que investigar isso da peste negra. Quero três grupos para investigar isso! Mas antes, precisamos nos acalmar... — Ela disse solene, suspirando fundo. Ela se sentou novamente na maca e esperou o caos passar. O que eles não sabiam, era que o que estava pior, realmente poderia ficar pior.


Os nobres de St. Claire na Enfermaria se dividiram em três grupos. Um grupo investigaria a peste negra. Outro, descobriria sobre Silverfinger e tentariam impedir a bomba de explodir, outro? Tentaria descobrir quem tentou matar Aurea von Schweetz. O dia de tais alunos seriam agitados. Sairam da Ala Hospitalar um tanto nervosos. Se queriam descobrir sobre Silverfinger, teriam de pesquisar notícias, o melhor lugar para isso sem dúvida era a Sala de Entrevistas. O grupo andava apressado, a vontade de proteger a escola era implacável, eles iriam conseguir? Ninguém sabe, mas esperavam ao menos tentar. Eu realmente não quero que destruam St. Claire, porque sem ela, onde vou atormentar meus Royals?

O que aconteceu?

Bom, pelo o que vocês podem entender, lançaram uma bomba no  salão, tentaram matar a Aurea e a Peste Negra voltou, para deixar claro, ninguém vai morrer. Só vou matar NPC's, mas posso lhes deixar em cadeira de rodas. Então, evitem narrar tudo sempre dando certo. Vamos lá.

—  Todos que estavam presentes menos o Noach sairam do Salão Real e foram para a Ala Hospitalar sem exceções!

— Vocês deverão trocar de roupas, obrigatóriamente, porque não dá pra andar por aí com uma roupa em trapos, é no sense.

— Uma televisão caiu no Salão e receberam a mensagem de Apolo. Isso deve ser obrigatóriamente citado, assim como as ordens de Aurea.

— Depois, se dividiram em grupos, cada um foi para um canto.

Grupo de Investigação - Silverfinger

1 - Alaska Dermott Windsor
2 - Frederico E. Hohenzollern
3 - Hannah R. W. Pallas
4 - Alice C. T. Devereaux



Última edição por The Wicked Witch em Seg Fev 16, 2015 11:30 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por Remy R. W. Pallas em Seg Fev 16, 2015 11:14 pm




I'm ready to go!
accompanied by: everyone . mood: whatever . where: sala de entrevistas



Mesmo com toda experiência adquirida após meses de treinamento com os integrantes de Silverfinger, era inevitável que algo desse errado, e por errado me refiro a ter me distraído e não ter tirado Alice do salão antes que a bomba atingisse o mesmo. Culpa. Era isso que eu sentia ao ver Alice desmaiada e com a perna ferida. Me levantei da maca aonde eu estava sentada o mais rápido que pude e fui até um dos armários prateados que estava ali na ala hospitalar procurando qualquer coisa que me ajudasse a reanimar Alice, até que achei um frasquinho de formol. Suspirei e voltei até a jovem desmaiada colocando o vidro próximo ao seu nariz para que o cheiro a reanimasse.

Alice despertou mas parecia tonta e sonolenta. A abracei em um gesto de que tudo ficaria bem. O fim de todas aquelas complicações estava próximo, eu sentia um pouco de temor e apreensão, não queria falhar de novo e permitir que Alice se machucasse ainda mais. O problema estava em sua profissão... Como Alice era dama de companhia de Aurea, sempre estava muito próxima dela e por Aurea ser nosso alvo principal as chances de Alice acabar se ferindo eram altas... Mais altas do que eu imaginava.

Tentativas de pedir para que Ronan protegesse Alice a cima de tudo foram em vão. Nosso líder estaria disposto a ferir qualquer pessoa que atrapalhasse ou estivesse em seu caminho para realização de seus planos. Ronan criou uma ordem, uma ordem com um credo e nesse credo não havia piedade, muito menos compaixão. Assassinar a Aurea, depois de conhece-la melhor, parecia uma atitude exagerada... Parte de mim não concordava com tudo aquilo mas os planos eram por uma boa causa e, infelizmente a única saída e a saída mais rápida para começar uma revolução teria que ser ousada ao ponto de chamar a atenção global.

[...]

Uma TV holográfica fora jogada no local aonde estávamos, de fato, Ronan quem jogara ela ali e iria se refugiar no meu quarto até o momento certo de se retirar do instituto. Logo a TV mostrou um holograma com a silhueta tão conhecida por mim. Ronan usou seu codinome, Apolo, e aquilo me encantava. Ronan gostava de artes em geral, assim como eu, lia livros atrás de livros e era um grande apreciador de artes plásticas o que me encantava... Não era atoa que eramos grandes amigos...

A Ordem Silverfinger, também conhecida muitas vezes como a Irmandade dos Assassinos ou Liberalis Circulum estava mais organizada e forte do que nunca. Possuíamos mais espiões infiltrados na nobreza do que se podia contar e durante essa Nova Monarquia baseada em guerras territoriais, drásticas e sem limites, plebeus, escravos e alguns clérigos haviam se unido ao nosso credo e era, de fato, interessante que ainda não fossemos tão conhecidos.

Ronan se apresentou, de forma intimidante e a ameaça foi feita. Muitos entraram em pânico. No momento de histeria coletiva, eu não conseguia parar de pensar no quanto aquelas pessoas demonstravam inépcia extrema e senti vontade de gargalhar. Se era quele tipo de pessoas, mal preparadas, desesperadas e totalmente sem noção de padrões políticos que a Silverfinger enfrentaria, seria mais fácil tomar o poder do que tirar doce de criança! Eram só jovens, infantis, soberbos que acreditavam em contos de fadas e usavam e abusavam de suas heranças para tentarem ser melhores do que os outros. Se aquela era mesmo a nova geração da realeza e de nobres, logo o caos iria se instalar pelo mundo inteiro.

O fato é que a antiga monarquia de paz e igualdade imposta depois da terceira guerra mundial havia sido substituída por um novo grupo de realeza, realeza esta que busca o poder para si, sem humanidade, escravizando reinos menores e mais frágeis e cometendo um verdadeiro genocídio. A Silverfinger luta desde as primeiras guerras territoriais para assegurar a sobrevivência do livre-arbítrio, do poder do voto. Luta pela reinstalação da democracia e até mesmo pelo comunismo marxista, e agora com o suposto início da quarta guerra mundial, não podíamos aguardar mais para começarmos a agir.

Aurea então decidiu separar grupos, onde cada conjunto de jovens iria ter um papel aquela noite. Graças aos céus fui colocada no grupo que trataria de descobrir mais a respeito da Silverfinger e também da bomba. Lógico, a bomba havia sido colocada em um ponto estratégico, pois se tal bomba explodisse, como estava nos planos, nenhum inocente iria se ferir e o Instituto viraria um lugar vulnerável fazendo Aurea ter que ser levada para outro instituto seguro, porém seria assassinada no trajeto do mesmo por alguns novos amiguinhos bruxos de Ronan.

Sugeri  que todos fossem até seus aposentos e trocassem suas roupas, e que nos reencontrássemos em quarenta minutos na sala de entrevistas. Todos assentiram e então segurei na mão de Alice e fui com ela rumo aos dormitórios. O silêncio durante o caminho foi arrogante mas eu não queria dizer nada além do necessário quanto ao assunto "bomba" e "Aurea". A tranca do meu quarto estava mais reforçada para manter Ronan em segurança. Havia além da tranca comum, mais dois cadeados extra fortes, mas que abri rapidamente com as chaves.

Ao entrar no quarto me virei para retrancar a porta, logo senti um abraço por trás. Sorri me virando de frente para Ronan. — Ron! Está tudo dando certo! — Sorri o abraçando. Ronan logo viu meu macucado e ficou me encarando preocupado. — Não se preocupe com isso! Foi apenas um erro de cálculos! — O sorriso no rosto do rapaz fora evidente até que, ele com um pouco menos de preocupação me perguntou como Alice estava. Ao falar que ela estava bem minha voz passou de animada para inquieta, mas Ronan me acalmou falando que havia outro membro da organização ali e que ele estava encarregado de olhar e vigiar Alice para que, evitassem ao máximo feri-la. Sorri levemente. Abri meu armário procurando e pegando qualquer roupa para vestir. Fui até o banheiro fechando a porta e coloquei minha cropped cinza básica e um short curto jeans claro, amarrei uma camiseta de maga comprida xadrez vermelha preta e azul na cintura e troquei o salto agulha por coturnos de cano médio de couro sintético preto cheio de spikes. Logo deixei o banheiro e encontrei Ronan deitado em minha cama dormindo. Provavelmente estava exausto por causa da longa viagem. Sorri sutilmente o cobrindo e acariciando seu rosto, colocando sua franja atrás da orelha. Ronan era como se fosse meu irmão mais velho. Fui até o espelho, escovei meu cabelo de forma rápida colocando a velha touca beanie vermelha e retoquei a maquiagem.

Deixei a chave do frigobar em cima do travesseiro do lado oposto de onde Ronan repousava, para caso ele sentisse fome ou sede e logo deixei meu quarto o trancando novamente para ir rumo a sala de entrevistas. Chequei se meu celular estava no bolso do short, e de fato, estava. Cheguei um pouco atrasada na sala de entrevistas, todos os outros já estavam lá. Tinha que justificar meu atraso, então comecei a falar  — Perdoem meu atraso, mas eu estava olhando meu acervo particular de livros e consultando sobre a ordem Silverfinger em meu computador e fiz uma descoberta interessante — Dei uma pausa mas logo continuei  — O rapaz do holograma ... Apolo... É o líder da organização, mas não tinha nada sobre de onde ele é ou se esse é mesmo seu nome verdadeiro... E que a ordem tem um credo que diz que nada é verdade e tudo é permitido para conseguir os objetivos, porém a ordem  restringe a morte de pessoas que não atrapalham os planos Apolo... Se tentaram matar a Aurea, provavelmente ela está envolvida em muitas outras coisas, que não apenas assumir o trono, e talvez, nem ela saiba no que esteja envolvida! — Acabei de falar me sentando em uma das cadeiras perto de Alice.   — Minha sugestão é: Procuremos a bomba. Acho que essa deveria ser prioridade, se ela explodir, estamos ferrados... Depois, quando Aura e o Instituto já estiver em segurança, nós voltamos para cá e tentamos desvendar os mistérios por trás da Silverfinger! — Disse com um tom frio sem pouca importância. Eu sabia aonde a bomba estava e manteria Alice e Alaska, minha irmã longe dela.

Enquanto esperava a opinião deles comecei a lembrar das três, únicas regras da Ordem Silverfinger. 1º Nunca mate alguém sem um proposito. 2º Seja invisível, seja apenas mais um na multidão. Nunca permita que relacionem seu rosto há ordem. 3º Nunca comprometa a Irmandade. Se um membro falha, é capturado, ou está sendo perseguido, ele não deve, nunca, dizer algo que comprometa ou prejudique toda a Irmandade.
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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por Alice C. T. Devereaux em Ter Fev 17, 2015 7:05 pm










E
u acordei no mínimo atordoada do desmaio, quando ouvi os dizeres de Aurea quase cai na gargalhada, eu estava tão cansada de ser boa moça que quase desisti de tudo e saí daquele lugar, gargalhando. Ao ir para meu quarto junto de Hannah fiquei em silêncio, esperando que ela falasse algo, mas acabou ficando quieta.
Ao entrar no quarto, tranquei a porta atrás de mim e liguei para Regina. – Regina?  Sou eu, a Alice, precisamos conversar. – Terminada a conversa com a rainha fui até o guarda-roupa, procurar algo decente para vestir. Graças a Deus eu ainda tinha as roupas que eu usava antes de me tornar amiga de Aurea.
Ao terminar de me vestir e me maquiar destranquei a porta e saí do quarto, indo até o local onde fomos designados a nos encontrar, após ouvir Hannah fazer todo o seu longo discurso de o que nós deveríamos fazer me dirigi ao centro do grupo e comecei a falar. – Olha não me importa o que é pra fazer, estou pouco me fodendo pra isso. – Disse e dei uma risada falsa. – Eu estarei ali no canto fazendo algo de útil, se precisarem de mim... Não me chamem. – Fiz um like com a mão e fui ao canto, retirando meu cigarro e o meu isqueiro da bolsa, acendendo um cigarro e começando a fumar.
Ao ver todos me encarando dei de ombros e guardei meu isqueiro na bolsa, retirando o meu celular da mesma. – Amor, vem cá. – Disse chamando Hannah, eu já tinha cansado de me fazer de sonsa e amiguinha de todos. – Eu quero ir morar com você. Em Oxford, mas saiba que algo pode acontecer e eu ser forçada a ir pro Canadá. – Ao terminar de dizer dei um beijo na bochecha dela e continuei a mexer no celular, informando Regina de tudo que estava acontecendo no castelo.


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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por Alaska Dermott Windsor em Qua Fev 18, 2015 2:47 pm

I'm your cherry bomb
Hello world I'm your wild girl
Alaska junto com Frederico subiu as escadas que conectava o térreo ao primeiro andar do enorme castelo da academia St. Claire. A barra do seu vestido preto tocava no chão, e princesa automaticamente erguera um pedaço do cumprimento com as mãos para que não tropeçasse na escadaria. Todos se dirigiam para a Ala hospitalar, e embora Alaska tivesse louca para ir para outro lugar, também seguiu para o local. — Preciso ver como está meu irmão, Aurea e os outros — disse para o príncipe, com a voz preocupada.

A ala hospitalar estava cheia, as macas ocupadas, sons de choro e dor, enfermeiros andando de um lado para o outro. Alaska caminhou pelos corredores, puxando Frederico pela mão, e tentou encontrar alguém especial; quando finalmente encontrou alguém conhecido e perguntou sobre seu irmão, quase perdeu ao chão ao ouvir que ele estava infectado com a doença que aterrorizava metade do salão.

— Noach... eu... eu preciso encontra-lo, fazer alguma coisa — ela sussurrou, completamente atônita. Se virou, olhando para Fred com os olhos marejados. — O meu irmão está doente... — respirou fundo com os olhos fechados e quando voltou a abrir eles já havia secados. Alaska tentava com todas as forças manter o controle, mas só de pensar em perder o irmão já doía seu peito. Não se teve tempo de mais nada, o silêncio reinou no salão e Alaska viu uma televisão que não estava ali antes no meio do lugar. Um homem estranho se apresentou como Apolo e se denunciou como o cara por trás da bomba... não só da que atingiu o salão real, mas a da que está no Campo de Esportes. Logo depois do comunicado Aurea se manifestou, dizendo para nos dividirmos em três grupos de investigação.

O ar parecia ter se solidificado, Alaska já não conseguia ficar mais um segundo sequer naquele lugar. Ela puxou Frederico pela mão e saiu dali, andando apenas alguns corredores antes de parar subitamente. Ela já não via mais o corredor luxuoso da academia, ela via um quarto amplo e arejado, com vozes... ela não conseguia ouvir direito. Viu o rosto de sua irmã, mas parecia que ela estava vendo a cena sobre um vidro sujo. Ela conversava com alguém, com um homem, mas Alaska não sabia quem era; depois a cena mudou e ela viu a sala de entrevista. Então tudo voltou ao normal. A princesa respirou fundo, tentando não denunciar o que acabara de acontecer. Sabia que deveria estar com uma expressão assustada, ou talvez tão pálida quanto a neve, então deveria arrumar alguma explicação para aquilo. Certamente não poderia dizer que tivera uma visão. — Me desculpe, foi só... sei lá. Venha, temos que investigar sobre isso.

Eles cruzaram alguns corredores e finalmente chegaram na sala de entrevista. Não tinha ninguém ali ainda, e Alaska se perguntou se era realmente o lugar certo. — Nem sei por onde devemos começar, descobrir sobre essa organização vai ser complicado, acho que não encontraremos nada em livros ou internet, nem em reportagens antigas. No máximo descobriremos a ideologia dela, mas isso já está bem claro... eles querem nos derrubar, sem dúvida, principalmente a Aurea — Alaska caminhou até um dos sofás na sala e se sentou, cobrindo o rosto com as mãos e suspirando. Se inclinou um pouco para frente, colocando os cotovelos apoiados no joelho, pensando que aquele realmente não era o primeiro encontro perfeito.

Alguns minutos depois, Alice chegou a sala e logo em seguida Hannah. Alaska ouviu sua irmã falar sobre a Silverfinger, uma organização que quer matar a rainha. Que ótimo, já bastava Alaska ter que caçar bruxas das trevas, agora também tem que desarmar bombas e descobrir sobre uma organização. Alaska sabia muita coisa sobre guerras e combates, só que desarmar bombas nunca foi um tópico de seus treinos. E Alice também não ajudava em nada, ela parecia estar pouco ligando para a situação, e aquilo estava irritando profundamente Alaska. A princesa inglesa era muito amigo de Alice, mas algum escombro devia ter caído na cabeça da mesma para ela estar nem ligando para atentado daquele. — Ótimo, temos uma inútil na equipe — sussurrou para si mesma, cansada.

Se levantou do sofá e cruzou os braços. — Tudo bem, então, alguém sabe desarmar uma bomba?

with: Fred, Han e Lice | notes: .x. | outfit: here


Última edição por Alaska Dermott Windsor em Sab Fev 21, 2015 7:12 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por Frederico W. Hohenzollern em Qua Fev 18, 2015 10:35 pm


Bond...James Bond.
Obviamente não fomos para a cozinha arranjar alguns potes de sorvete e ter um encontro um pouco “normal”. Fui arrastado escada acima, para o primeiro andar, em direção ao que eu imaginei ser a ala hospitalar. Agradeci mentalmente por Tessa ter acordado indisposta aquele dia e ter ficado em seus aposentos, assim não me preocupei com o fato da mesma estar ferida. Minha mão estava sendo apertada pelos dedos de Alaska, mas não me importei. Ela estava nervosa assim como eu e precisava extravasar de alguma forma, então por que não em mim?

A Ala Hospitalar estava assustadoramente cheia. Eu, particularmente, não sabia que cabia aquela quantidade de gente ali. Os especialistas da saúde corriam de um lado para o outro, tentando de todo jeito possível acalmar e atender a todos. Passei os olhos rapidamente pelos enfermos e obervei que eles possuíam apenas cortes superficiais, nada preocupante. Minha atenção é desviada para a pequena a minha frente – vulgo futura esposa – e uma ruga de preocupação se forma em minha testa: ela parecia estar chocada com algo ou passando mal. Dou um passo à frente e passo uma mão na base de suas costas, dando apoio à menina. Logo entendo o motivo de tal reação. Abro e fecho a boca, sem saber o que fazer ou falar. Seria rude de minha parte falar que ele corria risco de bater as botas a qualquer momento e eu não queria arriscar falando que o garoto sobreviveria, eu poderia criar esperanças na princesa e no final ela acabaria desiludida. Então eu optei por afagar o braço descoberto dela e puxá-la para um meio abraço.

Os acontecimentos a seguir foram os mais bizarros e tensos que eu já passara na Academia. De onde raios aquele holograma havia surgido? O homem chamado Apolo explicava o que estava acontecendo e dava a – ativa sarcasmo - maravilhosa – desativa sarcasmo – notícia que havia uma segunda bomba no Campo de Esportes. Fala sério, qual era o motivo de tentar explodir a Academia toda? Alguém sofria de sérios problemas psicológicos e necessitava de tratamento. Um pesado suspiro saiu de meus lábios e meus olhos recaíram sobre Aurea, a mulher que quase fora assassinada e totalmente mandona, prestando a devida atenção no que a mesma falava. Tive que me segurar para não girar os olhos e mandar ela se acalmar. Fomos divididos em três grupos após isso, mentalmente dei um ponto pra garota histérica: ela tinha estratégias admiráveis. Observação: Eu vivia em um mundo alienado ou o quê? Logo após ter pensamentos debochados sobre Aurea, descobri que a mesma era a rainha responsável pela Academia. Ops.

Eu me considerava um bom observador. Modéstia parte, eu era um excelente  observador. Por esse motivo – e pelo fato de eu quase ter chocado com as costas de Alaska no meio do corredor – eu notei que havia algo de errado com a princesa inglesa quando saímos do local destinado aos doentes e andávamos em direção à Sala de Entrevistas. Ela havia estocado e parecia estar vendo fantasmas ou algo do tipo. Esperei a menina voltar ao normal e dar uma explicação para o que havia acontecido. Não, não me contentei com a desculpa dada, mas apenas afirmei com a cabeça e sorri fracamente, mostrando que estava tudo bem.

Arranquei a parte de cima do fraque e joguei de qualquer forma sobre o sofá; a camisa social já estava um pouco suada e aquilo me incomodava bastante. Desabotoei os primeiros botões da camisa e arregacei as mangas, sentindo um alivio quase instantâneo no calor que sentia. Aquelas roupas formais eram um porre e era quase tortura ter que usá-las quase diariamente. Olhei para a sala de entrevistas e me senti confuso. Eu nem sabia que existia uma sala de entrevistas, para início de conversa. Joguei-me na poltrona que tinha por ali e fiquei a escutar tudo que era dito por minha noiva. – Bem, que tal começarmos pelo fato de ter uma bomba no campo de esportes prestes a explodir? – Faço uma pequena observação/pergunta antes de ser interrompido pela chegada de duas meninas. A primeira delas fez uma súbita raiva me atingir. Realmente ela não estava nem um pouco preocupada com o que estávamos passando? Apertei meu próprio joelho fortemente para não começar um discurso de como covardia era um ponto inaceitável para quem viria a ser um governante. Sim, aquela falta de interesse dela soara como covardia para meus ouvidos. Já a segunda teve toda minha atenção. Ela parecia saber demais algo que era extremamente novo para todo mundo e tinha uma boa confiança no que falava, fato que não aconteceria caso a mesma tivesse acabado de ler sobre o assunto e não tivesse total certeza da fonte. Semicerrei os olhos enquanto a encarava e um pequeno sorriso formou-se em meus lábios ao notar o tom frio usado por ela. Tom esse que não condizia com os olhos um pouco “assustados”. Ou seria medo? Suspeito.Não desgrudei os olhos da garota nem por um segundo antes de ser puxado de volta a realidade pela voz de Alaska. Passei a mão pelo cabelo, deixando-o, provavelmente, mais bagunçado que já estava. – Eu tomo aulas de segurança avançada desde meus treze anos. – Falo conectando meus olhos com a menina em pé e de braços cruzados. – E digamos que eu tenho facilidade quando o assunto é tecnologia. Não acho que desarmar seria o problema. – Me levanto da poltrona e ando até uma parte da sala, abrindo o frigobar que havia no canto. Pego uma garrafa de água e torno a encarar as três senhoritas ali presente. – O verdadeiro problema é saber onde a bomba está. – Abro a garrafinha e tomo um gole surpreendentemente longo, acabando com quase todo o líquido. – Mas eu não acho que isso seja impossível. Não é? – Indago fixando os olhos na garota bem informada – Hannah - e sorrindo sugestivamente.






Última edição por Frederico W. Hohenzollern em Qui Fev 19, 2015 7:13 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por The Wicked Witch em Qui Fev 19, 2015 5:45 pm




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A investigação parecia avançar aos poucos. Todos os envolvidos, exceto Alice buscavam algo sobre Silverfinger, até Hannah se manifestar. Todos pararam o que faziam para lhe ouvir, ela constatara o óbvio. Aurea realmente estava envolvida em algo que até mesmo a própria rainha não sabia o que era, isso poderia lhe custar sua vida. Alice enquanto estava sentada no sofá, recebia mais alguns hematomas, devido ao peso dos livros que lhe eram entregues por Alaska. —  Olha só, garota. Ou você ajuda, ou você vai embora daqui, porque ninguém merece alguém tão inútil como você. Não sei porque Aurea te escolheu como dama de companhia. Largue de ser inútil e começe a procurar como desarmar uma bomba. Porque se for ficar aí parada, eu mesma te enfio um soco na sua cara para largar de ser ridícula e preguiçosa. Tá revoltadinha porque o seu plano de foder sua namorada no quarto não deu certo é? Não é problema meu, temos assuntos mais importantes. Explodiram a escola, tentaram matar a rainha. Então para. — Alaska se afastava levemente furiosa deixando todos os presentes, Hannah, Alice e Frederico boquiabertos. Alice abrira a boca para falar mais alguma coisa, mas fechou no ato ao ver a expressão da princesa inglesa. Alice começou a folhear os livros em busca de alguma coisa útil, enquanto Frederico se pronunciava sobre como sabia desarmar uma bomba. Ele estava tão errado se desarmar uma bomba da Silverfinger. Quando questionou Hannah sobre mais informações, a marquesa revirou os olhos, levemente irritada. — Frederico, você é idiota ou só finge para chamar a atenção dos outros? O próprio Ro... — Hannah parou no ato, por pouco não revelou o nome real do líder da Silverfinger. — Quero dizer... Apolo, já disse onde está a bomba. Nos Campos de Esporte. Temos que tentar descobrir mesmo é como desarmar vários tipos de bomba, porque isso é o que vai nos salvar, então pare de ficar me enchendo o saco e começe a procurar. — Ela revirou os olhos, voltando a pesquisar como desarmar a bomba, depois de deixar uma Alice, Alaska e Frederico chocados. Eles continuaram a pesquisa, por mais alguns minutos, até Hannah se manifestar novamente. — Nós não vamos para os Campos de Esportes, estão malucos? Tem uma bomba lá! Eu sugiro que vamos para a sala de segurança e procuramos as imagens das câmeras  e que isolemos o lugar e esperemos a bomba explodir! Porque se o Apolo contou que havia uma segunda bomba e aonde ela estava é porque quer que nos tentemos desarma-la! Só eu percebi a pegadinha? Ele quer nos manipular, quer nos controlar! Isso tudo é só um jogo pra ele! — Ela disse calmamente, enquanto observava o grupo sorrindo ao mesmo tempo satisfeita e irônica. Ela conseguiu o que queria, desviara o máximo das suspeitas dela.
O que aconteceu?

Bom, pelo o que vocês podem entender, lançaram uma bomba no  salão, tentaram matar a Aurea e a Peste Negra voltou, para deixar claro, ninguém vai morrer. Só vou matar NPC's, mas posso lhes deixar em cadeira de rodas. Então, evitem narrar tudo sempre dando certo. Vamos lá.

—  Todos estão pesquisando como desarmar bombas.

— No instante em que Hannah sugerir para irem a sala de segurança, vocês votarão se vão ou não. Se a maioria votar sim, vocês seguirao para lá.

— O erro com o nome do líder de Silverfinger atiçará a curiosidade de Alaska e aumentará as suspeitas da mesma.

— Frederico NÃO SABE como desarmar a bomba.
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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por Remy R. W. Pallas em Qui Fev 19, 2015 8:40 pm




Well, everybody hurts...
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Toda a gente sabe, de modo geral, que quando se tem uma bomba, as pessoas vão na direção contrária a ela ao invés de perseguirem seu paradeiro obcecadamente! Mas o plano que Frederico e Alaska era o contrário. Eles queriam caçar e desarmar a bomba. Só me faltava essa! Ficaram Loucos! Pensei revirando os olhos. Olhei para Alice que estava na lateral da sala, mantendo distância de Alaska e Frederihco até que a voz de mina irmã quebrou o breve momento de silêncio. Arregalei os olhos erguendo uma das sobrancelhas em uma expressão de "quem é você e o que você fez com a minha irmã?" Geralmente Alaska era uma garota sútil e doce, mas como ela havia tratado Alice me surpreendera e me admirara de forma positiva. Quando minha irmã voltou a se sentar olhei para ela de forma dissimulada— Tá revoltadinha porque o seu plano de foder sua namorada no quarto não deu certo é? —Repeti a frase imitando ela — Não sei quanto a ela.... Mas eu estou! — Ri pegando um dos livros na pilha enorme que estava na mesa e o abri. — "A tecnologia das bombas"... Mas que droga de título é esse? Não tem um livro de romance vitoriano ou de poemas da segunda geração romântica? — Murmurei. Aqueles livros realmente não faziam o meu gênero.
Mais de meia hora se passou e tudo o que eu havia aprendido era: NADA. Toda vez que tentava me concentrar para ler aqueles parágrafos chatos e linhas tediosas algo me distraia. Frederico não ajudava, pois ao ivés de fazer algo útil ficava se gabando sobre que não precisávamos pesquisar nada porque ele sabia desarmar bombas, porque era um pequeno gênio da segurança desde os treze anos. Bocejar foi inevitável. Quando eu finalmente consegui me focar no livro, Frederico veio me perguntar mais sobre a Silverfinger em um tom desconfiado e provocante. Revirei os olhos levemente irritada.  — Frederico, você é idiota ou só finge para chamar a atenção dos outros? O próprio Ro... — Parei de falar fazendo cara de assustada por quase ter falado o nome de Ronan. Fingi um ataque de tosse e voltei a falar  — Quero dizer... Apolo, já disse onde está a bomba. Nos Campos de Esporte. Temos que tentar descobrir mesmo é como desarmar vários tipos de bomba, porque isso é o que vai nos salvar, então pare de ficar me enchendo o saco e comece a procurar! — Me levantei indo em direção a janela com um dos livros em mãos. Escorei na parede e por segundos meus olhos se fixaram no outro lado do vidro. Havia sido um dia pesado e a noite estava escura. O mudo outono começava a anunciar sua chegada com nuvens de chuva pesadas que se amontoavam opressivamente no céu tampando as estrelas. Voltei a ler até que acabei o livro e o joguei no chão na pilha de livros já lidos. Voltei a me aproximar da mesa novamente, pegando mais um livro irritantemente tedioso e ao virar de costas para o grupo comecei a falar — Nós não vamos para os Campos de Esportes, estão malucos? Tem uma bomba lá! Eu sugiro que vamos para a sala de segurança e procuramos as imagens das câmeras  e que isolemos o lugar e esperemos a bomba explodir! Porque se o Apolo contou que havia uma segunda bomba e aonde ela estava é porque quer que nos tentemos desarma-la! Só eu percebi a pegadinha? Ele quer nos manipular, quer nos controlar! Isso tudo é só um jogo pra ele! — Sorri de forma fria e um tanto maniaca, sabendo que Ronan já havia manipulado as imagens das câmeras de segurança para que ao invés de aparecer o rosto dele e o meu aparecesse o rosto de dois outros completos estranhos. Respirei fundo me virando de frente para o grupo, agora com expressões doces e suaves.
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Última edição por Hannah R. W. Pallas em Dom Fev 22, 2015 8:35 am, editado 1 vez(es)
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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por Alice C. T. Devereaux em Qui Fev 19, 2015 8:45 pm










A
o ouvir o que Alaska falou segurei o choro, e comecei a procurar naqueles malditos livros. Ela não tinha ideia do que era ser eu, ela fora criada num berço de ouro, a pior coisa que passou provavelmente foi escolher entre diamantes e ouro.  No final de todos os planos fiquei boquiaberta, como Hannah sabia tanto daquilo? – Eu vou ver as câmeras, voto sim. – Me levantei e joguei os livros para o lado, indo até Hannah e a dando um abraço. – Se você diz que é a coisa certa a fazer... – Encarei-a desconfiada e voltei a me sentar no sofá.
Peguei meu celular e mandei uma mensagem para Regina, informando-a que estava tudo correndo bem, e que em breve poderei ir para o Canadá. Desarmar a bomba não era uma má ideia, mas ainda sim era arriscado, então voltei a ler os livros e tentar ajudar para ver se a estressadinha da Alaska me deixava em paz e cuidava da sua própria vida e de seu namoradinho idiota.

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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por Alaska Dermott Windsor em Sab Fev 21, 2015 7:09 pm

I'm your cherry bomb
Hello world I'm your wild girl
Alaska se sentia como uma bomba relógio que ela não sabia como desativa, o que é uma coisa bem irônica, já que literalmente é isso que ela está tentando fazer. Seu gênio forte e compulsivo estava quase massacrando sua cabeça por causa do comportamento de Alice, ela queria falar poucas e boas para a garota, mas estava tentando se controlar. Quanto mais livros Alaska dava para Alice, mais raiva a princesa sentia pelo desinteresse da garota. Até que então a bomba explodiu.  —  Olha só, garota. Ou você ajuda, ou você vai embora daqui, porque ninguém merece alguém tão inútil como você. Não sei porque Aurea te escolheu como dama de companhia. Largue de ser inútil e começe a procurar como desarmar uma bomba. Porque se for ficar aí parada, eu mesma te enfio um soco na sua cara para largar de ser ridícula e preguiçosa. Tá revoltadinha porque o seu plano de foder sua namorada no quarto não deu certo é? Não é problema meu, temos assuntos mais importantes. Explodiram a escola, tentaram matar a rainha. Então para. — Alaska por fim deu um olhar terrível para Alice, que poderia fazer qualquer um virar gelo. Alaska sabia que era Alice era forte, mas talvez as palavras da princesa soaram duras demais... de qualquer forma, Alaska não se importava, não naquele momento em que seu irmão estava quase morrendo...

Enquanto Alaska folheava um livro, ouviu Frederico e Hannah entrarem numa pequena briguinha boba. Aquele dia não estava sendo muito bom para relacionamentos, afinal. — Frederico, você é idiota ou só finge para chamar a atenção dos outros? O próprio Ro... Quero dizer... Apolo, já disse onde está a bomba... — disse Hannah. Alaska continuo com a cabeça abaixada, fingindo ler o livro, mas percebeu como sua irmã ficou enrolada no meio de sua fala. "O próprio Ro...", repetiu mentalmente Alaska. Cada vez mais Alaska ligava os pontos que lhe eram fornecidos. Sua visão, embora turva, deveria prestar para algo, e agora isso... Hannah falava tão bem sobre um assunto que disse que acabara de pesquisar. Alaska balançou a cabeça. Sabia pouca coisa de sua irmã, principalmente sua aversão a monarquia, mas não achava que ela seria capaz de algo assim.

Alaska teve que ler novamente o parágrafo que lia, mas no fim, aquele livro não explicava muita coisa. "Tomar cuidado para não cortar o fio terra, se não explode... Geralmente cortar os vios vermelhos resolve...", Alaska bufou e pegou outro livro sobre segurança e bla bla bla.

Depois de Hannah quase fazer um discurso de como todos ali eram idiotas, Alaska se levantou do sofá, repousando o olhar em Frederico e acenando brevemente com a cabeça para dizer que estava bem e que não iria ter um acesso de raiva novamente. — Eu concordo com você, Han, em partes. Gostaria muito de que todos ficassem no refúgio, mas pelo visto deve ter muitos guardas feridos, talvez de propósito, enfim. Esse tal de Apolo disse que temos 12 horas antes da bomba explodir, podemos ir para a sala de segurança e ver as câmeras externas e conferir qual é a pegadinha. Se eles realmente colocaram uma bomba lá teremos que desarmar gostando ou não. É estranho ele ter falado o local onde estava, mas o que mais podemos fazer? Seja quem esse cara for, ele quer deixar todos assustados e ter o controle de tudo — Alaska suspirou e se colocou ao lado de Frederico, o livro sobre segurança em suas mãos, pronto para a qualquer momento Alaska terminar a leitura, que pelo visto só aconteceria na sala de segurança.


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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por Convidado em Dom Fev 22, 2015 8:39 pm

I'm Green Baby!
Eu andava apressadamente pela Academia, quase começando a voar, já que após todos aqueles acontecidos era impossível não ficar nervosa e com medo. Ao chegar à Sala de entrevistas entrei o mais rápido possível. – Olá, meu nome é Tinker Bell, podiam me explicar o que é necessário fazer para ajudar vocês? – Me sentei ao lado de uma garota que estava com seu celular em mãos. – Se afasta fadinha, eu não estou a fim de falar sobre pozinho mágico. – Encarei-a confusa e olhei para baixo para ver se eu estava com o meu colar mágico, quando percebi que o estava usando voltei meu olhar para ela. – Fada? Como assim? – Ela me encarou e voltou os olhos para o seu celular. – Tinker Bell, existe um filme sobre uma fadinha com esse nome, você é bem tapada viu?
Encarei-a e fiz cara de brava, levantando-me e indo para o centro da sala. – Bom, eu não sei seu nome, mas posso chutar que é Hannah, pelo fato de que já fui a Oxford e os cidadãos falavam muito de uma Marquesa Hannah e pra estar aqui tem que ser da realeza ou algo do tipo. – Fiz cara de confusa e continuei a falar. – Isso é muito estranho, isso tudo pode ser um plano para nos confundir, irmos para a Sala das Câmeras e eles aproveitarem para implantar outra bomba. Não acho uma boa ideia. – A garota com qual eu tinha discutido se levantou e foi para o lado de Hannah (Esse era realmente o nome dela?) e começou a murmurar no ouvido dela. Sai do centro da sala e me sentei perto de um casal muito charmoso, ficando quieta e observando o resto das opiniões sobre ir ou não para a sala das câmeras.  


I wanna feel free to be who I am
What I'm about is more than I've been
Ready to show the world who I am
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And find my own place to stand
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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por Alex L. H. Mills em Ter Fev 24, 2015 11:17 pm

It’s too late!

E
ntrei na sala e encontrei um clima tenso. Eu conhecia apenas uma pessoa dali, Remy, e ela me parecia um tanto desconfortável e aflita. Puxei uma cadeira sem mais explicações e me sentei colocando os cotovelos em meus joelhos e apoiando a cabeça nas mãos. Meus olhos procuraram incansavelmente os azuis dos olhos da Pallas, e quando nossos olhares se cruzaram sorri.

Por um segundo todos me olharam, como se eu fosse alguma intrusa ou algo do tipo, mas não me deixei abater. Minhas feições serenas e calmas nem mesmo se modificaram, o que era estranho, admito. Os boatos que estavam circulando pelos corredores é que havia uma bomba escondida na Academia, mas, eu era uma pessoa positiva de mais para me preocupar com aquilo.

Ao perceber que as pessoas me olhavam suspirei e com uma voz baixa, quase inaudível me apresentei –– Oi... Eu sou a Alex! –– Olhei para a garota loira que estava sentada ali e revirei os olhos em um gesto mimado e irritante. –– Não te conheço, não quero saber o seu nome, mas a sua ansiedade e sua agitação me causa ânsias de vômito! –– Voltei meu olhar para a mesa que estava repleta de livros sobre bombas e então olhei para o casal de jovens que estavam ali e vi o título do livro que estava nas mãos da garota. –– Está pesquisando sobre a bomba que explodiu ainda a pouco? Esse livro não vai adiantar! Não que eu seja uma expert no assunto, mas esse livro é sobre bombas com grande poder de alcance... Durante a guerra da Irlanda, eu ouvi muitas explosões como a que ocorreu aqui... Eu diria que é uma bomba de pequeno ou médio alcance... caseira... Não foi para matar ninguém apenas para causar desordem! –– Suspirei colocando uma mecha dos meus cabelos loiros para trás da orelha. –– Usavam muitas assim quando invadiam o nosso território e queriam sair sem serem vistos... As explosões assustavam os plebeus, que corriam desesperados deixando com que as pessoas que pretendiam fugir se misturar na multidão... E quase sempre vinha com uma ameaça de bomba, assim o exército perdia seu tempo procurando no local dito pelos mal feitores enquanto eles fugiam do nosso território! Quase sempre não havia segunda bomba, e quando havia, o poder de destruição era menor do que a da primeira! –– Disse enquanto mexia entre os livros jogados ali, até pegar um livro pequeno, com poucas páginas, capa verde e folhas amareladas. Sorri ao tomar o objeto totalmente em mãos e o ergui em direção ao casal.–– Tente esse! Tenho certeza de que ele irá esclarecer algumas coisas sobre a bomba... Mas acho que não devem se preocupar... Seja lá quem fez isso, não queria matar ou ferir ninguém... Apenas chamar atenção... E nada melhor para chamar atenção do que simular um ataque terrorista de pequeno porte em um lugar aonde nobres do mundo todo estão reunidos! –– Ao acabar de falar tirei um pirulito de cereja do bolso do sobretudo o abrindo e o colocando na boca.

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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por Frederico W. Hohenzollern em Dom Mar 01, 2015 10:25 pm


Bond...James Bond.

A situação tensa piorou no momento em que uma pilha de livros atingiu meu colo, fazendo algumas partículas de poeira adentrar minhas narinas, provocando uma crise de espirros. Após me controlar do momento “espirrar como não houvesse amanhã”, comecei minha pesquisa entediante de como desarmar uma bomba. Qual era a necessidade daquilo? Não era mais fácil, sei lá, procurar no Google? Ou no Bing? Yahoo respostas também servia... Enfim. Meu debate interno for cessado por uma voz soando mais alto que o normal na sala: Alaska. Tive que morder a língua para não rir da explosão que minha noiva teve com Alice, a menina revoltada que não se importava com nada. Mas, como bom ator que era, fingi surpresa com o comportamento e o linguajar apresentado pela baixinha.

As palavras dirigidas a mim por Remy foram ignoradas com sucesso. Retribui as palavras doces e gentis (sintam a ironia) da garota com um girar de olhos e um dar de ombros. Não gastaria meu tempo com ela. Voltei minha atenção para o livro aberto e o joguei em cima da mesa, me erguendo da poltrona que me encontrava. – Certo, não vamos achar nenhuma informação útil por aqui. – Podia sentir uma gota de suor escorrendo pela minha nuca, fato que era resultado da sala abafada e pela pequena sensação de que eu não entendia nada sobre bombas e como desarma-la. – Cadê o ar condicionado disso aqui? – Indago pra mim mesmo, abrindo toda camisa social e revelando a camiseta branca por baixo enquanto a garota mal criada – vulgo Remy – tagarelava. Volto os olhos para Alaska e a lanço um pequeno sorriso, um sinal de que havia entendido o recado silencioso.

Acompanhei toda a movimentação que minha noiva fazia em minha direção, escutando, atentamente, tudo que saia de seus lábios – lindos lábios, a propósito. Foco, Fred, foco. Passo o braço ao redor dos ombros da pequena, dando apoio de forma muda as coisas que a mesma havia dito. Tomo uma pequena respiração. – Alguém contra irmos à Sala de Segurança? – Ao ter certeza de que ninguém se manifestaria contra, sorrio de lado. – Ótimo. – Retiro o braço dos ombros de Alaska e a pego pela mão, entrelaçando meus dedos nos da menina e a guiando para fora da Sala de Entrevista.





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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por The Wicked Witch em Seg Mar 02, 2015 5:26 pm




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O grupo parecia mais... Dividido, coitados. Como iriam desarmar a bomba assim? Eles suspiraram, continuando a pesquisa, até uma duquesa irlandesa aparecer e falar uma coisa sobre bombas para chamar a atenção. Até que enfim alguém pensou nisso, credo. Estava cansada de ser a única a pensar. Já estava ficando chato. Eles pensaram em ir até a sala de segurança, mas Frederico se pronunciou. — Alguém me dê um computador logo! — Ele se sentou em uma mesa com o computador, em alguns minutos, tinha hackeado os sistemas de segurança de St. Claire e puxado todos os arquivos das câmeras de segurança e imagens. Eles viam os outros cômodos. Na cozinha, viam o príncipe francês, um visconde torturando um cozinheiro. Remy estava surpresa e murmurou em uma voz baixa. — Se eu te ver enfio uma faca em você Ronan... — Ela suspirou fundo e continuou observando as imagens. Na biblioteca real, Elizabeth, Phoebe interrogavam um homem. Eles sorriam, então Frederico foi para os Campos de Esportes, nas imagens. Lá, viram a bomba, retrocedeu a câmera algumas horas, até Alaska gritar. — Para aí! Olha! — Ela fez Frederico parar as gravações e rodar, lá estavam, uma garota e um garoto colocando a bomba. Não dava para ver o rosto. Remy sorriu para si mesma, continuando a observar as filmagens. — Droga... Não conseguimos saber quem foi... Mas foi alguém da Silverfinger, porque eles admitiram. — Ela suspirou. E agora? Quem iria até lá desarmar a maldita bomba?

O que aconteceu?

Bom, pelo o que vocês podem entender, lançaram uma bomba no  salão, tentaram matar a Aurea e a Peste Negra voltou, para deixar claro, ninguém vai morrer. Só vou matar NPC's, mas posso lhes deixar em cadeira de rodas. Então, evitem narrar tudo sempre dando certo. Vamos lá.

—  Bom, o que aconteceu é simples. Vocês NÃO foram a sala de segurança, Frederico, você ainda está na Sala de Entrevistas, queridinho

— Frederico hackeou as câmeras de segurança, vocês não conseguem identificar quem pôs a bomba pela as câmeras.

—  Alguém vai ter de ir desarmar a bomba, não adianta enrolarem. Coloquem em spoiler quem vocês acham que devem ir, o mais votado irá sem dó nem piedade e não vai adiantar me pedir para não ir, exceto a Remy, ela é mais importante que vocês todos

— Continuem pesquisando sobre as bombas enquanto não vêem as câmeras de segurança.

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Re: Sala de Entrevistas

Mensagem por Remy R. W. Pallas em Seg Mar 02, 2015 7:35 pm




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Vozes e passos eram ouvidos pelos corredores, enquanto eu permanecia quieta. Com o plano sendo repetido e questionado várias, e varias vezes em minha mente, eu tentava não deixar nenhum detalhe passar e nenhuma insegurança transparecer em meu rosto. Livrar-me de Alice era o começo, ela teria que fazer de tudo para que ela não estivesse perto quando o "circo pegasse fogo". Uma garota extremamente agitada e infantil entrou na sala se apresentando como Tinker... E não era nenhuma surpresa de que ela sabia meu nome, meu rosto estava quase sempre nos tabloides e revistas por ser constantemente vista na dark zone. Revirei meus olhos. Tal menina e sua felicidade sem fim me enjoava o estômago.

Logo atrás delas vi Alexa, uma antiga... quase amiga. Sorri. Me levantei voltando para a Janela e logo Frederico, impaciente pediu um computador. Os minutos se passaram e finalmente Frederico conseguiu hackear as benditas câmeras de segurança. Puxei minha cadeira me sentando perto de minha irmã e todas as pessoas se aproximaram para ver o que aquilo tudo revelaria. Quando vi Ronan na cozinha meu coração disparou. O que? Mas que... Babaca! pensei enquanto minhas expressões mudavam de tranquilas para boba apaixonada com raiva do crush. Sim, eu havia um pouquinho de paixonite por Ronan, mesmo ele sendo meu ex. Passei a mão em meus cabelos tentando me livrar as expressões raivosas, em vão.

Por sorte, meu rosto nem o rosto de Ronan foram expostos nas filmagens. Quando perguntaram quem iria desarmar a bomba suspirei. — Não, não, não! Não olhem pra mim, minha ideia das câmeras se segurança já acharam a bomba, EU fiz a minha parte!— Falei ao ver Frederico e Tinker me encararem. Revirei os olhos e me levantei voltando para janela e a abrindo. — Falando nisso, eu tenho um compromisso, e depois dessa bomba ninguém vai me deixar sair daqui, por tanto...— Subi no parapeito da janela e olhei para Alice, Alex e Alaska — Vocês três, qualquer coisa me liguem! — Dito isso subi para o telhado, a sorte de Ronan ter me ensinado parkour é que eu poderia sair daquele lugar quando eu quisesse sem ninguém me seguir. Ao escalar até o telhado fui até a ala Oeste aonde dei um salto de fé perto dos estábulos caindo em um monte de feno. Me levantei. Era hora de arrumar os ultimos detalhes para a fuga de Ronan, e o melhor, aonde eu estava era ponto cego das câmeras, caso Frederico estivesse me stalkeando, agora, havia me perdido de vista.
OFF:
E MEU VOTO VAI PARA::::::
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