[FP] Hempstead, Arya

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[FP] Hempstead, Arya

Mensagem por Arya C. Le Roux em Sab Abr 18, 2015 6:59 pm

The winter is coming
Arya Hempstead
Idade
13 de augosto de 2492
Fedelha
Princesa
França
Duda Bundchen

Personalidade: Detentora de qualidades que mesclam entre astúcia e inocência, Arya provém de uma família francesa nobre, o que lhe contribuiu numa diversidade de características na personalidade que se divergem.  Muito embora, seja delicada e dócil, na maioria das vezes, desvencilha-se da parcela bondosa de sua alma e se permite adentrar a partícula desobediente e deveras inconsequente.  Não costuma ponderar por uma grande quantidade de tempo sobre seus atos, apenas após exercê-los, o que gera uma série de confusões e discórdias para tentar encobri-los antes que qualquer adulto descubra.  Naturalmente, tem tendência maléfica, por agir pela ira momentânea, porém, na maioria das vezes, é gentil e abnegada.

História:
Arya nascera prematura, tão pequena que muitos afirmavam que mal encaixava nos dedos engenhosos do progenitor paterno, e tampouco nos delicados e dóceis de sua figura materna.  Segundo a sua ama Lorraine, sua própria vinda apressada já era um perfeito aviso para a sua personalidade marota e deveras sorrateira que se moldaria a seguir.  Muitos afirmavam, que suas mão hábeis infantis traziam muitas lesões na região onde os cabelos penetravam na pele da cabeça, mais especificamente, isto aos que regressaram após uma longa viagem para conhecer a nova princesa da França.
Para os progenitores, era uma criatura divina, de aparência peculiarmente bela.  As madeixas loiras aumentavam gradativamente, algumas detentoras de uns fios encaracolados, que compunham uma face em demasia angelical.  Seus olhos pareciam ser perceptíveis até nas mais espessas trevas da noite.  Entretanto, apesar de aparentar uma delicadeza e gentileza que se mesclavam com seu sorriso delineado de forma marota, muitos podiam afirmar que Arya seria, de fato, uma criança única.
Ela crescera virtuosamente, uma pequena criatura genuína que angariava sorrisos em todas as parcelas de terra que faziam parte do cenário da França.  Muitos elogiavam seus olhos, azuis límpidos com uma leve heterocromia de pontinhos avelãs, outros, no entanto, emudeciam sorrisos com um aceno cordial ao lhe proferir o quão era energética.  Certa vez, indagou a Lorraine se quando chamavam-na de energética estariam a elogiando.  A ama, aparentemente, estava exausta demais para responder àquela pergunta, ou, simplesmente, a ignorou sem algum esforço.  Arya ponderou sobre o assunto até a hora em que deveria despertar, em pleno alvorecer.
Vários dias se seguiram após o tal em questão.  Arya desenvolvia veementemente os seus gostos pelas artes de duelos e lutas, confidenciando a um mero plebeu - com quem detinha amizade – a sua ambição de se integrar a Guarda Real e se tornar uma cavaleira.  De início, o garoto assumiu um semblante perplexo, porém, não permitiu-se desvencilhar seus pensamentos da mente e aflorá-los.  Arya sabia exatamente o que o mesmo ponderava, seria a mesma coisa que a ama Lorreine certa vez lhe advertira:’’ És uma princesa, e princesas não manuseiam armas e tampouco adentram em situações perigosas.  Elas são damas e devem agir conforme”.
Por um tempo considerável, limitou-se a agir obedientemente conforme o que lhe era ordenado.  Como uma perfeita dama, aprendeu a caminhar com maestria e a enlaçar-se aos bons modos que antes tentavam-na ensinar.  Os ombros se erguiam perfeitamente, e seus lábios permaneciam emudecidos em todas as ocasiões festivas que deveria denotar o seu sangue nobre.  Tal requeria comportamentos robóticos e pensados, desprovida de qualquer charme que lhe era natural.   Ao término de uma destas ocasiões, interagira com um homem desconhecido, que direcionara a sua atenção especificamente a Arya, que, milagrosamente, reacendeu a sua chama do encantamento pelos seus antigos gostos.  Sendo assim, delineou-a como a francesa que sempre fora.
Com os lábios emudecidos, o queixo erguido soberbamente, e os olhos denotando ferocidade, treinava constantemente com o arco e flecha ao entardecer.  A lua numa luz sublime que resplandecia sua pele pálida, semelhante a de um ser espectral, enquanto sua determinação aumentava.  Não permitiria que lhe ditassem o que ser em sua efêmera existência humana, mesmo que seus almejos fossem impossíveis tanto quanto a Terra sobreviver a uma explosão solar.

Curiosidades:
- Ao despertar no sexto aniversário, encontrou um arco e flecha perto ao seu leito em dossel, objeto desprovido de qualquer informação sobre o seu benfeitor, apenas com palavras em latim cravadas na lateral da madeira polida da arma.  Arya ainda busca a tradução na biblioteca do castelo.
- Arya possui uma marca de nascença de uma forma bastante peculiar embaixo da omoplatas.  
- Certa vez, vira um cavaleiro desferir golpes incessantes num jovem plebeu.  A imagem jamais desvaneceu de sua mente.  Ponderou a ideia de ser cavaleira.
- Tem uma ambição de manusear uma espada impecavelmente, assim como atirar flechas com maestria jamais captada.
- É detentora de uma loba tão alva quanto a neve gélida, de olhos penetrantes e de aparência passiva, numa mescla de amigável e predadora.  É nomeada Nymeria, em homenagem a guerreira contada em histórias fictícias por sua antiga ama.
- Escuta ruídos imperceptíveis aos outros em sonhos utópicos, onde se encontra perdida em meio a um aglomerado de adolescentes, na penumbra da noite.   Os pesadelos nunca cessaram, muito embora, não tenha conhecimento de seu significado.

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THANKS TO LOUIS AT ATF!
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Arya C. Le Roux

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