[FP] Remy Ramon Alighieri

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[FP] Remy Ramon Alighieri

Mensagem por Remy R. Alighieri em Qui Mar 12, 2015 3:56 pm

 

 

Solteiro

Reis

Justin Timberlake
Espanha

24/03/1992
Não tem

23
Felipe Benevides




Nome Completo: Remy Ramon Alighieri
Personalidade: Perfeccionista, interesseiro, ambicioso, caprichoso. Entusiasta de tudo o que é belo, apreciador do contato com as pessoas, pois acredita que tendo contato, torna-se mais fácil manuseá-las. Questionador da ordem das coisas, da origem. Vaidoso, orgulhoso, esforçado. Eis aí, alguns adjetivos que podem dar uma breve introdução ao grande rei Remy Ramon Alighieri, esse grande lobo astuto e sagaz vestido de ovelha.
"Entregou-se tanto ao vício da luxúria / que em sua lei tornou lícito aquilo que desse prazer, / para cancelar a censura que merecia."-Dante Alighieri
História:
Toda história tem um começo, um meio e um grande fim. Simples, tranquilo e ao mesmo tempo extremamente óbvio, entretanto, fascinante em demasia! Se pensássemos assim, os ínfimos segundos tornam-se importantes trechos dos capítulos inéditos desta maravilhosa obra chamada vida. E já que estamos aqui para falar sobre mim, sobre a minha história, por que não começar do início dessa verdadeira comédia, que é o meu épico?

Eram por volta das quatro horas e quinze minutos do dia vinte e quatro de Março de mil novecentos e noventa e dois, o hospital real D.Fernando II estava em festa, seu visitante mais ilustre acabara de chegar ao mundo, a atmosfera estava alegre, os médicos, enfermeiros, médicas, enfermeiras, todos súditos leais estavam em festa! O príncipe havia chego para ocupar seu trono, era incrível como um simples bebê de cabelos claros era capaz de ter mais importância do que os milhões de seres humanos que habitavam o belo reino hispânico!

Sou Remy Ramon Alighieri, filho do glorioso Rei Ramon III. Sim, aquele mesmo Ramon III que engravidou a rainha dos Estados Unidos da América durante uma visita ao país norte-americano. Meu pai fora um excelente monarca, era adorado por toda a população, tinha uma alma bondosa, tão gentil que deu um rei, importância e prestígio a uma terra odiada por 90% do globo terrestre, e não estou a falar da Espanha.

Foi cercado dos amáveis cuidados dele, de minha adorada mãe sem importância para a realeza, dos cento e trinta e três súditos que estavam dispostos a dar sua vida por mim, da honorável corte de professores que me cercaram de conhecimento de alto nível desde tenra idade, que cresci nesta belíssima terra localizada na península ibérica.
Como fora maravilhosa a minha infância! Como eu adorava reinar sobre as demais crianças que tive a oportunidade de conviver! E como eu odiava a clausura que era aquele maldito castelo! Era tudo tão velho, tão sem vida, repleto de energia parada. Tudo o que tive para fazer era me preparar intelectualmente para um dia assumir o trono e fiz de bom grado, não só por mim, mas por toda a minha nação. Talvez uma das poucas coisas boas que jazem na minha nobre pessoa seja o amor pela pátria, sentimento esse que sempre existiu e que meus pais e professores só tiveram o trabalho de incentivar para que se desenvolvesse naturalmente.

É claro que como toda criança, eu gostava de brincar, mas os malditos guardas reais nunca me deixavam me misturar com meu povo. Lembro-me de sempre me questionar: "que rei pode saber o que é melhor para sua nação, se vive em uma realidade totalmente diferente?" como fruto disso, surgiram os constantes apelos a meu amado pai e a minha mãe para que deixassem que interagisse com minha gente.

E como resultado direto dos apelos, acabei por entrar na academia de teatro de Madri, não que eu quisesse ser ator ou que fosse uma bicha que quisesse recitar poemas épicos em meio àquele palco, de forma alguma, eu só queria conhecer pessoas e me relacionar com outras pessoas, sempre na ânsia de conhecer meu irmão mais velho(esqueci de citá-lo mais cedo), que meu pai falava quase sempre e todas as vezes com muitos elogios. Lembro-me de imaginar o quão incrível esse meu irmão deveria ser.

Fiz dois anos de curso de formação de jovens atores, em termos de desempenho, era simplesmente o melhor, bastava analisar e até mesmo um leigo perceberia que o futuro rei era melhor que seus súditos. Esse período marca algo muito importante na minha vida: a perca da minha inocência e o crescimento do meu ego extremamente inflado.

No último dia de aula, senti um grande aperto no coração, estaria me despedindo dos meus colegas provavelmente para sempre, havia me aproveitado do meu status como futuro rei e fiquei com cada uma das garotas da turma, foram noites e noites de pura depravação e aulas práticas de anatomia humana. Mas havia algo que ainda não conseguira completar...

...o grande aperto em meu coração se dava por conta da professora Maria Joana, uma atriz profissional e mãe solteira que na época tinha trinta e sete anos de idade, ela possuía traços delicados, um sorriso encantador, seios fartos e um corpo de dar inveja a 80% das jovens, Maria lembrava muito a famosa Penélope Cruz, por quem também sou perdidamente apaixonado.

No auge dos meus quinze anos, estava a sofrer minha primeira perda amorosa, um rei não pode se dar ao luxo de perder coisas pequenas, porque coisas pequenas tornam-se grandes com uma facilidade enorme, é só olhar nossa constituição molecular e perceberemos isso, estava enfurecido, queria socar a parede, quebrar o palco, eis que tenho um ato nobre.

Ao término da aula, me ajoelho aos pés da bela professora e proclamo um soneto de Shakespeare que tive de decorar para uma das peças, não que eu ligasse mesmo para o que estava sendo dito e se estava certo, apenas estava atuando em prol de uma causa nobre: pegar a professora.

-Não chame o meu amor de Idolatria
Nem de Ídolo realce a quem eu amo,
Pois todo o meu cantar a um só se alia,
E de uma só maneira eu o proclamo.
É hoje e sempre o meu amor galante,
Inalterável, em grande excelência;
Por isso a minha rima é tão constante
A uma só coisa e exclui a diferença.
'Beleza, Bem, Verdade', eis o que exprimo;
'Beleza, Bem, Verdade', todo o acento;
E em tal mudança está tudo o que primo,
Em um, três temas, de amplo movimento.
'Beleza, Bem, Verdade' sós, outrora;
Num mesmo ser vivem juntos agora.

Ao término da citação, pude perceber o brilho no olhar da professora, não que ela me amasse ou qualquer coisa do gênero, mas porque esse era o soneto preferido dela e estava sendo perfeitamente declamado por um nobre aluno de quinze anos repleto de tesão por aquela cópia perfeita da Penélope Cruz. Não esperei que ela reagisse, segurei delicadamente as mãos dela e então, roubei um beijo e como resultado daquele ato de coragem e de encantamento, tive um romance de três meses e vinte e cinco dias com aquela mulher que era a representação da perfeição na Terra!

Só não durou mais porque o filho dela a matou por ciúmes, parece que ele tinha complexo de Édipo ou qualquer baboseira do gênero. Extremamento tomado de raiva, ordenei a guarda real que o surrasse durante trezentos e sessenta dias seguidos, duvido que ele tenha sobrevivido para contar a história.

Além do curso de teatro que fiz, também tive cursos de Oratória e Retórica que foram ministrados para mim desde o berço, praticamente. Cursos de teologia, filosofia, economia, ciências da guerra, sem contar, das mais diversas artes marciais que sou mestre ou quase mestre, lutas essas que vão desde o boxe até a capoeira, do muay thai ao kung fu, do sambo ao wrestling, do karatê ao Taekwondo. E o sono onde é que fica? Simplesmente não fica.
Gostava de fugir do castelo para conhecer pessoas e observar as estrelas, afinal, o luar em qualquer canto da Espanha, é simplesmente fantástico! Com isso fui conquistando meus súditos, fazendo amizades, levando uma vida repleta de depravações e imoralidades, abuso de poder. Rapidamente tornei-me mais querido do que o próprio rei que tinha quase 100% de aprovação do povo.

Então aos dezessete, fui mandado para estudar Administração na Harvard Business School, no reino de meu irmão, Napoleon, os Estados Unidos da América. Foram nesses anos na América que percebi que meu pai conhecia apenas o lado apresentável de meu irmão, o monstro encontrava-se oculto, a imoralidade reinava dentro daquele rei que não deixava de ser incrível, o intelecto dele era fantástico e aos poucos nos tornamos grandes amigos, verdadeiros irmãos e principalmente, parceiros de imoralidade.

Usar o status de irmão do rei nos E.UA era quase como usar o status de Príncipe na Espanha, todas as pernas abriam-se, todos os bares distribuíam bebidas gratuitamente, os melhores restaurantes, os melhores shows, os melhores quartos recheados das melhores prostitutas nos cassinos em Las Vegas, ainda sim, consegui formar-me com honrarias em Harvard.

Na minha formatura estava com uma ressaca tão imensa que xinguei o reitor na cerimônia em meio ao público, não sofri nenhuma represália, repreensão ou qualquer coisa do gênero, exceto por conta do meu pai que me disse as seguintes palavras repletas de razão e ternura:"Não se deve desrespeitar as pessoas em público, nunca sabemos quando vamos precisar delas. Você vai ser rei um dia e vai precisar enxergar seu povo e os demais povos como peças integrantes de um grande jogo chamado vida, e muitas dessas peças são chaves para o sucesso ou para a queda, mais cuidado, filho."

Senti agora uma saudade imensa do velho Ramon III, que exatamente um ano após essa sua explanação memorável, encerrou a sua grande epopeia aos cinquenta e cinco anos vítima de um infarto. Com o término da história do rei anterior surgem a saudade, a esperança e a boa nova acompanhada de um novo rei, que sou eu.
Governo meu país com amor pelo meu povo, buscando justiça e a satisfação de meus interesses pessoais, se a satisfação dos meus interesses se desencontra com a justiça, simplesmente torno legal o que antes era ilegal e cometo o ato. Entretanto, não subjugo meu povo, tenho excelentes relações políticas com meu irmão, sou um dos conselheiros mais ouvidos no conselho europeu.

Transformei a Espanha na terra das oportunidades, aqui encontra-se muito mais do que Messi e Cristiano Ronaldo, se encontra trabalho, dinheiro, belas mulheres e muita diversão, além é claro, de grande poderio e domínio sobre os países asiáticos, africanos e sul-americanos. Estou ainda no começo de minha grande epopeia monárquica, na esperança de ter um fim tão glorioso e belo como o de Ramon III.

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Re: [FP] Remy Ramon Alighieri

Mensagem por Charlotte W. N. Reinhardt em Qui Mar 12, 2015 4:40 pm



atualização!

Remy R. Alighieri   ► Aprovado!

Sua ficha não tem nenhum erro de digitação ou coisa desse tipo, porém o maior erro de sua ficha, sem dúvida foi confundir as datas. O fato é que não estamos no ano de 2015, mas sim em 2500, fique atento a esses detalhes.

valeu @ carol!


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